Como navegar por este perfil?

Carolina Bataier
2 min readDec 5, 2020

Começo pedindo desculpas pelo uso da palavra navegar. Afinal, em 2021, ninguém mais navega na internet. A gente mora aqui.

Contudo, eu precisava de um título que resumisse de modo breve e direto a proposta desta postagem. Poderia ser índice, mas ninguém leria. Dizem que o algoritmo pede títulos interessantes. Se for uma pergunta, melhor. Dizem, também, que devemos ir direto ao assunto. Ou seja, comecei errando. Desculpas, outra vez.

Agora sim. Este texto sou eu abrindo a porta do meu perfil aqui no Medium e te apresentando a casa. Por aqui, você encontra textos com temas diversos e com pouco critério para publicação. A regra da casa é: não titubear. Escreveu, postou. Se tiver aplauso, o coraçãozinho fica cheio de alegria. Se flopar, nunca existiu. Escrevo crônicas, mas também publico alguns contos e poemas. Sou a pura ousadia.

Em O mundo é pequeno para quem é piranha, escrevo uma história em capítulos. É uma conversa entre duas amigas, uma delas viajando pela Europa, a outra no Brasil. Cada uma, a seu modo, se divertindo com as possibilidades de ser mulher. Os textos estão numerados e eu sugiro que você comece pelo 1.

No Diário do fim do mundo, escrevo sobre a quarentena, a pandemia e o isolamento. São crônicas publicadas sem muita pretensão, mais como um exercício de rotina de escrita.

Além disso, sou colaboradora da

e, por lá, falo de temas relacionados à política, feminismo e cotidiano. Também envio uns poemas, quando me sobra coragem.

A contrapartida é muito simples. Gostou do que leu? Pode aplaudir (as palmas vão até 50 e são de graça, pode bater as mãozinhas à vontade)! Achou interessante, curioso, discordou? Comenta! Gostou muito? Compartilha nas suas redes, manda pra galera, passa adiante. O texto mudou sua vida? Tá liberado imprimir e colocar na parede da sala ❤.

Não gostou? Faz parte, eu também nem sempre gosto.

Todo o conteúdo aqui é gratuito. Aceito convites para colaborações, parcerias, leituras críticas, comentários e cervejas. Ou cafés. Ou churrasco. Enfim, aceito convites (nem todos).

Desde já, agradeço a visita, o carinho, a simpatia e o apoio. Tira os sapatos, sinta-se em casa (mas lembre-se que não está).

*
Caso você queira colaborar com o meu trabalho e com a escrita independente, segue o PIX: carolbataier@gmail.com.

--

--